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Dana White anuncia retorno de público ao UFC em abril com três disputas de cinturões

    Último evento com lotação máxima foi no dia 7 de março de 2020 — Foto: Jeff Bottari/Zuffa LLC

    Dana White anunciou na noite desta segunda-feira que o Ultimate já tem data definida para receber público em seus eventos nos Estados Unidos. E com lotação total. Segundo o dirigente, o UFC 261 será realizado em Jacksonville, na Flórida, em uma arena com capacidade para 15 mil pessoas no dia 24 de abril.

    Em um vídeo publicado em suas redes sociais, Dana White contou que três cinturões estarão em jogo: Kamaru Usman defenderá seu título dos meio-médios contra Jorge Masvidal, Valentina Schevchenko lutará contra Jéssica Bate-Estaca pelo cinturão peso-mosca, e Rose Namajunas irá desafiar Weili Zang pelo título peso-palha.

    – Tenho esperado há um ano por esse dia, pra dizer pra vocês: estamos de volta! – comemorou o dirigente.

    O UFC 261 marcará o retorno do público com lotação total ao evento desde março do ano passado, devido às restrições causadas pela pandemia do novo coronavírus. Em janeiro deste ano, o Ultimate chegou a realizar alguns eventos com espectadores, em Abu Dhabi, mas limitado a cerca de 10% da capacidade da arena.

    UFC 261
    24 de abril de 2021, em Jacksonville (EUA)
    CARD DO EVENTO (até o momento):
    Peso-meio-médio: Kamaru Usman x Jorge Masvidal
    Peso-palha: Weili Zhang x Rose Namajunas
    Peso-mosca: Valentina Shevchenko x Jéssica Bate-Estaca
    Peso-médio: Uriah Hall x Chris Weidman
    Peso-meio-pesado: Anthony Smith x Jimmy Crute
    Peso-galo: Danaa Batgerel x Kevin Natividad
    Peso-médio: Brendan Allen x Karl Roberson
    Peso-mosca: Jeff Molina x Aoriqileng
    Peso-galo: Johnny Muñoz x Mark Striegl
    Peso-palha: Ariane Sorriso x Na Liang

    Georges St-Pierre relembra carreirae admite: “Nunca gostei de lutar”

    Campeão em duas categorias e um dos rostos mais conhecidos da história do UFC, Georges St Pierre segue colhendo os frutos de sua vitoriosa carreira no octógono atuando em filmes e séries populares mundo afora.

    Em entrevista ao podcast “Complex Sports”, ele relembrou como se sentia em sua época como lutador, e admitiu que não era tão prazeroso como alguns podem pensar.

    – Eu acho que algumas pessoas realmente se sentem felizes de estar lá, mas eu realmente nunca gostei de lutar, pra falar a verdade. Eu gostava de vencer. Eu acho que só fui abençoado com um bom talento e fui capaz de explorá-lo, além de ter conhecido ótimos mentores por toda minha vida. Mas, antes de uma luta, se eu pudesse estalar meus dedos e isso fosse uma maneira de pular para depois da luta, eu faria isso todas as vezes

    – Eu não gosto de lutar. Eu odeio. É insuportável a sensação de stress. Não saber se você vai ser humilhado ou se pode se machucar. É duro. Mas, quando você vence a luta, vale a pena. Quanto maior o risco, maior a recompensa. Então, é por isso que eu fazia. Não porque eu amava lutar, eu amava vencer.

    GSP reconhece também os benefícios de ter tido uma carreira vitoriosa no maior evento de MMA do mundo.

    – É claro que fui muito bem sucedido nisso, o dinheiro, tudo que isso me trouxe, o acesso às coisas que a maioria das pessoas não têm e a liberdade que você tem sendo um atleta profissional. Você é livre. Se você treina duro e faz todos os sacrifícios, você vai ter melhores resultados do que se você for preguiçoso e não fizer bem seu trabalho. É disso que eu gosto.

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